sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma.


                                                                                      Por: Professor Venâncio
Plano de ensino:
Tema: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma.

Público Alvo: 

Alunos (as) da  Ensino Fundamental - 6ª A.

Instituição Escolar: 

E.E. Reverendo Urbano de Oliveira Pinto - DER Leste 1 - São Paulo/SP. 

Cronograma: 02 aulas/45 mín.

Referência: aulas dos dias 04 e 11 de março de 2020.
Metodologia:  Facebook/You tube EDU/aulas on line.

Instruções de métodos: 

Os alunos (as) devem assistirem os vídeos e lerem o texto, após responderem o questionário. 

OBSERVAÇÃOENVIAR A RESPOSTA NO COMENTÁRIO, com as respectivas INFORMAÇÕES:

  • Título do trabalho (ex.: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma);
  • Nome completo;
  • Número;
  • Série.
Prazo limite de entrega: 20/05/20

Aulas dos dias 04 e 11/03/2020

Lesson 01:


VÍDEOS PARA ANÁLISE DISCENTE:


 (Vídeo 01)



História da Língua Inglesa.


(Vídeo 02)





Lesson 02:


As Treze Colônias Inglesas da América do Norte.

RESUMO:

O país denominado Estados Unidos da América (EUA) surge na geopolítica mundial a partir da Independência das "Treze Colônias Inglesas" da América do Norte subdividiam-se em colônias do Norte, do Sul e do centro. 


Os Estados Unidos da América é o primeiro país presidencialista da história.

Nomes das Treze Colônias Inglesas

Geograficamente a época as regiões se dividiram em: mais ao norte, situavam- se as colônias de MassachusettsNew HampshireRhode Island e Connecticut, ao centro, encontravam-se Nova YorkPensilvânia, Nova Jersey e Delaware, e mais ao sul, VirginiaMaiylandGeórgiaCarolina do Norte e Carolina do Sul.


Colonização dos Estados Unidos

A colonização Americana do Norte desenvolveu-se durante o século XVII, discorrendo uma linha temporal "a quase um século" depois da colonização portuguesa e espanhola na América.
Esta colonização não foi pacífica e a busca e o interesse pela a liberdade religiosa, os conflitos políticos na Europa, "o sonho" por condições de vida mais abastadas e a necessidade pela a ascensão do desenvolvimento comercial foram fatores supremos para a motivaram a imigração de colonos ingleses para a América do Norte, estes se fixando na costa do Oceano Atlântico, obstante a formação das treze colônias inglesas. Os povos indígenas que já habitavam a região foram mortos ou expulsos ao resistirem à vinda dos imigrantes europeus.
O sistema colonial mercantilistaregulamentavam as colônias que eram submetidas à Negligência salutar, uma lei promulgada pela Inglaterra que estabelecia pouca interferência por parte da Inglaterra em suas decisões.
Vale salientar que o desenvolvimento das Treze Colônias fugiu dos padrões do sistema colonial, pois nem todas eram produtoras de matéria-prima ou consumidoras de produtos manufaturados da metrópole.
As colônias do Sul eram forte produtoras de algodão com tenaz utilização de mão de obra escrava, todavia  a realidade econômica da regiões do centro e as do norte, baseavam-se na policultura havendo produções manufatureiras em pequenas e médias propriedades e no comércio de produtos excedentes dessa produção, aos quais não estimulavam trocas com a metrópole.


Os produtos ingleses que eram consumidos pelas treze colônias inglesas eram manufaturados, encarecidos pelo fato de os navios voltarem vazios à Inglaterra. Logo, essas colônias passaram a desenvolver uma pequena indústria, mesmo contrariando os princípios do colonialismo. (CLIK ESCOLAR, 2019)

Independência das Treze Colônias Inglesas

Alguns fatores começaram a influenciar o desejo de emancipação das treze colônias, que foram, especialmente:
          Fim do Antigo Regime e surgimento dos ideais iluministas;
          O descontentamento das colônias em relação à metrópole, que cobrava impostos altíssimos, determinava o toque de recolher e fazia julgamentos deliberados e sem bases legais;
          As colônias eram obrigadas a participar na guerra dos 7 anos, em apoio à Inglaterra contra a França. Vários impostos foram criados para as colônias para compensar as perdas da Inglaterra na guerra, fazendo surgir uma revolta geral em 1773, conhecida como a Festa do Chá de Boston, onde vários navios com cargas de chá foram destruídos, o que levou ao fechamento do porto de Boston;
          Não aceitação das Leis Intoleráveis, que fez surgir a Guerra de Independência das Treze Colônias.(CLIK ESCOLAR, 2019)

George Washington em 1781, liderou a "Guerra de Independência" com apoio da França, assim as Treze Colônias venceram a Guerra. Em 1783 a sua independência foi reconhecida.
Em 1787, o disposto da "Carta Constitucional" reconhecia o país sob uma República Federativa Presidencialista e George Washington se tornou o primeiro presidente, a partir deste cenário histórico surgia os Estados Unidos da América (EUA).


Mapa das Treze Colônias:
                                                                                                              Fonte: Clik Escolar estudante. Texto original. c. 2019
                                                                                         

Questions (Lessons 01 and 02):


OBSERVAÇÃOENVIAR A RESPOSTA NO COMENTÁRIO, com as respectivas INFORMAÇÕES:

  • Título do trabalho (ex.: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma);
  • Nome completo;
  • Número;
  • Série.
  1. Em 1215, qual foi o nome do documento oficial assinado em território inglês, considerado o mais importante pelos os ingleses à época e na presente data?
  2. Quais foram os povos que chegaram em meados do século IX, que influenciaram na construção linguística do idioma inglês?
  3. Quais os nomes das Treze Colônias Inglesas?
  4. "Carta Constitucional", em 1787, reconhecia qual país?
  5. O que aconteceu com a população indígena que habitavam no território da "Treze Colônias Inglesas? 

Fonte:

Click Escolar estudante – As trezes colônias Inglesas – Texto Original – c. 2019 Disponível em<https://www.clickescolar.com.br/as-treze-colonias-inglesas-da-america-do-norte.htm> acesso em: 17/09/2019, às 21h24
You Tube - Canal História AD. "A História da Inglaterra". c. 2018 Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=xqXs8jcD28U&feature=emb_logo>acesso em: 17/09/2019, às 22h39


You Tube - Canal Simões - Viagens e linguagens. "As História do Inglês". c. 2018 Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=zZSN1hQwQRM&feature=emb_logo>acesso em: 17/09/2019, às 23h59

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Moisés e a peregrinação do povo de Israel no deserto.

                                                                                      Por: Prof. Dragão do Mar

BIOGRAFIA

Deserto do Sinai

A caminhada à terra prometida, relatada na história de Israel, discorre de encontro com experiência cristã neste mundo, diante das dificuldades e provas vividas pelo os seus sujeitos. 
(1Pe 4:2) Para que, no tempo que lhe resta, não viva mais para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus.

sábado, 26 de julho de 2014

Consciência e Lei moral.


FACEEBOOK, Consciência e Lei moral. c 2017 
Disponível em:  https://www.facebook.com/roberto.catoia/videos/1119119508117877/Acesso em: 26/07/2017, às 18h08

quarta-feira, 23 de julho de 2014

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Do contrato social - Jean Jacques Rousseau.

                                                                                                            Por: Prof. Dragão do Mar

POLÍTICA INTERNACIONAL

Do contrato social 

Jean Jacques Rousseau.





quinta-feira, 15 de maio de 2014

Uma leitura crítica quanto a veneração da imagem de “Jesus Cristo Crucificado”.

                                                                       Por: Prof. Dragão do Mar


O pagão Constantino, o Grande, um imperador romano, quando se converteu ao cristianismo introduziu:

Fonte imagem: Imperador Constantino, O Grande, domínio público - Wikipedia: [s.d]

A representação da cruz, porém não havia a imagem do corpo de Jesus, depois de ter sonhado, antes da batalha contra Magêncio, ele viu uma cruz e ouviu uma voz que dizia: “com este signo vencerá”, o imperador reconheceu nos cristãos força de sua fé, pois se deixavam matar em vez de adorar seus deuses pagãos, haja vista se aproximou deles para conquista-los e o cristianismo passou a ser religião oficial. O imperador foi feliz na batalha, conquistando-a e assim fez a ação da sacralização do sinal da cruz, que foi aceito como símbolo cristão pelo Concílio de Niceia no ano 325.



Fonte imagem: Concílio de Nicea, domínio público - Wikipedia: [s,d]

A veneração da imagem de “Jesus Cristo Crucificado, por alguns cristãos, não foi concebida após a morte dele, contudo foi no Concílio de Niceia, (Concílio ou Sínodo de Nicéia, o primeiro concílio ecumênico da história, do qual participaram 318 bispos, no ano 325, da era cristã), nesta assembleia ocorreu autorização oficial do uso da imagem do crucifixo, utilizados por alguns cristãos nos dias atuais, todavia os seguidores dos primeiros séculos do cristianismo, da primeira igreja primitiva, não eram adeptos da exposição de “Cristo”, mortos e machucado, tal como, recordar da atrocidade feita a ele pelos os romanos que na feita o colocaram na posição de um criminoso.
Assim, nos primeiros séculos do cristianismo não existiam pinturas e esculturas de Jesus crucificado, só um Cristo glorioso.

[..] O Apóstolo Paulo de Tarso declarou que “se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé” (I Coríntios, 15)

No século V, os primeiros crucifixos com o Jesus agonizante ou morto aparecem com muitas polêmicas, mas os cristãos preferiam cultuar a imagem de Jesus vivo e ressuscitado.



Fonte imagem: Imagens antigas de Jesus Cristo, Grafite de Alexamenos (Séculos I ao III) (figura 1); O Bom Pastor (Século III) (figura 2); Cristo entre Pedro e Paulo (Século IV); (figura 3); domínio público - Acidigital: 2015

Na idade Média, mil anos depois da morte de Jesus, apareceram as primeiras representações dos crucifixos com o corpo dele mostrando os sinais de dor, sangrando pelas mãos, os pés e nas laterais e as primeiras pinturas do crucifixo, no século I, a “primeira blasfêmia cristã”, feita em uma parede de gesso em Roma, com intuito de ridicularizar os cristãos e Jesus, no grafitaioe o crucificado apareceu com a cabeça de um asno e a seguinte inscrição: “Alexamenos, adorando o seu deus”. Este ato foi uma zombaria contra os primeiros cristãos, haja vista na ótica deles o deus dos romanos havia morrido como um criminoso comum.

Fonte de consulta:

Adventistas/IASD. Disponível em:
<http://www.adventistas.com/marco2002/trindade_niceia.htm>acesso em: 19/05/2019, às 13h40

>acesso em: 19/05/2019, às 14h37

Blog Acigital. Disponível em:<https://www.acidigital.com/noticias/as-6-imagens-mais-antigas-de-jesus-cristo-86053>acesso em: 19/05/2019, às 13h40



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Relações de poder - uma leitura a Michel Foucault. (1926-1984)

 Fonte:MundoEdu, c. 2016


Fonte:

You Tube - Relações de poder (Foucault) - Mundo Filosofia - ENEM: Por: MundoEdu, c 2016. Disponível  em: <https://www.youtube.com/watch?v=ydO_iLRZfqU;>Acesso em: 07/02/2017, às 15h00

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Explosão humana: A teoria de Malthus e o crescimento demográfico mundial.

Por: Prof. Dragão do Mar

GEOGRAFIA BRASILEIRA

Há um aumento populacional intrínseco por conta da modernização da agricultura e também pelo avanço da medicina.
[...] O advento da Revolução Industrial na segunda metade do século XVIII, ampliou o conjunto de mudanças comportamentais, como o modo de trabalhar, morar e se relacionar das pessoas.
Tal como a construção social e política desses atores, uma das realidades significativas e transformadoras foi o crescimento extraordinário da população mundial, entre meados de 1750 e 1850, sendo que a população dobrou; de 600 milhões para 1,2 bilhão de habitantes, nos apresenta Canêdo em suas pesquisas.
  • Europa  
(1800 = 187 milhões de pessoas) &/ou (1850 = 226 milhões de pessoas)
= margem de: 43% de crescimento populacional.


  • Ásia
(1800 = 575 milhões de pessoas) &/ou (1850 = 760 milhões de pessoas)
= margem de: 33% de crescimento populacional.



  • África 
(1800 = 100 milhões de pessoas) &/ou (1850 = 100milhões de pessoas)
= margem de: 0% de crescimento populacional. 



  • América do Norte
(1800 = 6 milhões de pessoas) &/ou (1850 = 25 milhões de pessoas)
= margem de: 300% de crescimento populacional. 



  • América do Sul e Central
(1800 = 19 milhões de pessoas) &/ou (1850 = 33 milhões de pessoas)
 = margem de: 73% de crescimento populacional. 


  • Oceania
(1800 = 2 milhões de pessoas) &/ou (1850 = 2 milhões de pessoas)
= margem de: 0% de crescimento populacional





(fonte imagem: http://www.ib.usp.br/evosite/history/humanecol.shtml)



  Economista político inglês Robert Malthus 

(1766 - 1834)

Malthus escolheu um rumo conservador em seus questionamentos teóricos, tomando ordens sacras em 1797, escrevendo ensaios e pontuando a ideia de que os seres humanos e a sociedade como um todo poderia ser melhorados sem limites, fato que publicou em 1798, "An Essay on the Principle of Population as it affects the Future Improvement of Society", afirmou que a população ascendia em demasia, em sua teoria, que o aumento populacional era em progressão geométrica e os meios de subsistência em progressão aritmética. 

Também, disse que a desproporção entre a oferta de alimentos e o crescimento da população acarretaria em miséria, fome, epidemias, guerras entre outras catástrofes.

Assim, para evitar essa nefasta tragédia histórica, propôs as autoridades vigentes na época que adotasse um controle de natalidade entre as populações pobres, a proibição do casamento entre as pessoas jovens e a redução dos salários para inibir os casais de constituírem famílias numerosas.

 

Observação analítica:

  1. Nos períodos seculares entre 1800 e 2000 a população humana aumentou aproximadamente 6 vezes.
  2. O suprimento de alimento está mantido no mesmo ritmo? 
  3. Permanecendo a corrida populacional no Globo Terrestre haverá comida suficiente para todos seres vivos, pensando em uma projeção de uma população de 9,2 bilhões em 2050?

Fontes de pesquisas:

BOULOS, Alfredo Junior. História Sociedade & Cidadania: 1 ed. São Paulo: FTD, 2013, vol. 3, p. 11.

CANÊDO, Letícia Bicalho. A revolução Industrial. São Paulo: Atual, 1994 p. 77. (Discutindo história) 

 

 http://www.ib.usp.br/evosite/history/humanecol.shtml,acesso em: 22/12/2015, às 21h12

Organização Política nos Regimes Regenciais.

                                                                                                                                 F...