sábado, 3 de junho de 2017

Rubens Alves: educação humanista


"Proponho que sejamos professores de espantos" – Rubem Alves

Fonte: 

FACEBOOK - Publicado por Educação humanista, c 2017. 
Disponível  em: https://www.facebook.com/EducarHumanista/videos/150683858878830/. Acesso em: 03/06/2017, às 02h53

Pinterest - Imagem - Rubens Alves, c 2017. Disponível  em: https://br.pinterest.com/lizlanconi/rubens-alves/. Acesso em: 03/06/2017, às 03h03

sábado, 6 de maio de 2017

Entendendo a educação: inclusão de pessoas especiais

Por: Prof. Dragão do Mar

Entendendo a Inclusão Social

Segundo dados do IBGE, atualmente, quase 24% da população brasileira declara ter alguma deficiência. Do total da população do país, 18,6% possui deficiência visual, 7% deficiências físicas ou motoras, 5,1% deficiências auditivas e 1,4% deficiências mentais/intelectuais.

Tipo de Deficiência
Dados do Censo 2000
Dados do Censo 2010
População Total: 169.799.170
População Total: 190.732.694
Total de Pessoas com deficiência
24,6 milhões (14,5%)
45,6 milhões (23,91%)
Visual
16.644.842
35.774.392
Auditiva
5.735.099
9.717.318
Motora/Física
9.355.844
13.265.599
Mental/Intelectual
2.844.937
2.611.536
* A soma dos números absolutos por deficiência ultrapassa os números totais aferidos em função de que alguns sujeitos declararam possuir mais de um tipo de deficiência.
              Fontes: IBGE, Censo Demográfico 2000/2010

Ao observar os dados obtidos pelos Censos de 2000 e 2010, comparamos e identificamos um aumento de quase 10% dessa parcela da população. Obstante, os dados esclarece o fenômeno apontando apenas o crescimento de ocorrências de deficiências entre a população, todavia, ao examinar com criticidade durante a década que separou uma mensuração da outra, ocorreram diferentes ações governamentais aos quais foram empreendidas no intuito de sensibilizar a nação brasileira frente à questão da deficiência.

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

 publicada em 2008

 ilustra essa mudança de paradigma.


Deficiência Visual
Deficiência Auditiva
Deficiência Motora
Deficiência Intelectual
0 a 14 anos
5,30%
1,30%
1,00%
0,90%
15 a 64 anos
20,10%
4,20%
5,70%
1,40%
Acima de 65 anos
49,80%
25,60%
38,30%
2,90%
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

Lendo, (Escolas Conectadas Telefônica/UERGS) pontuo o processo de alfabetização na idade certa pode verificar o quadro de incidências de deficiências por idade que, dentre a população de 0 a 14 anos, público-alvo do ensino fundamental, mantém-se a mesma média de casos de cada deficiência do que na população em geral. Identifica-se um número maior de sujeitos com deficiência visual, seguida da deficiência auditiva, motora e intelectual.
A Política Inclusiva vigente surge para atender a uma demanda real e um dos desafios dessa ação governamental é minimizar os impactos populacional apresentado por algum tipo de deficiência no Brasil.

Segundo dados da UNICEF (2003), quem possui algum tipo de deficiência em nosso país tem duas vezes mais chances de não frequentar a escola (pessoas entre 7 e 14 anos), duas vezes mais chances de não ser alfabetizado (pessoas entre 7 e 14 anos) e quatro vezes mais chances de não ser alfabetizado (entre 12 e 17 anos).

Materiais de Apoio




Clique no Link para acessar o conteúdo



Fontes:

Escolas conectadas Fundação Telefônica, Escola para Todos: inclusão de pessoas com deficiência (edição 2016), c 2016 - Universidade Estadual Do Rio Grande do Sul (UERGS), Rio Grande do Sul - RS, 2016. Disponível  em: http://www.escolasconectadas.org.br/pt/web/escola-para-todos-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-edicao-2016-/reto?p_p_auth=8GixKu6c&p_p_id=resourceExternalActivity_WAR_liferaylmsportlet&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_r_p_564233524_actId=7719&p_r_p_564233524_moduleId=4402&p_o_p_id=activityViewer_WAR_liferaylmsportlet, Acesso em: 13/04/2017, às 23h26

Inclusão de pessoas com necessidades especiais, c 2014. Disponível  em: http://educacaoinclusivaucsal20141.blogspot.com.br/2014/05/inclusao-de-pessoas-com-necessidades.html, Acesso em: 13/04/2017, às 23h41



sexta-feira, 21 de abril de 2017

Os direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil.

Destinos das crianças no Brasil colônia.

Por: Prof. Dragão do Mar


 
Professora Drª Mary Del Priore, ministra aula neste vídeo, abordando a histórica da concepção de infância, a partir da época da colonização do Brasil no século XVI. 
Tempo: 12 minutos


Neste segundo vídeo-aula há informações quanto as mudanças que ocorreram na construção dos direitos das crianças no final do séc. XIX e início de XX. 
Tempo: 14 minutos
Neste último vídeo-aula a historiadora foca o século 20, frizando os primeiros passos a construção da escola pública no Brasil, também contextualiza a questões sociais das  famílias na sociedade brasileira e o papel da mulher nesse contexto, durante mais de 500 anos de história brasileira.

Tempo: 14 minutos




Vídeo retrata  o espectro social em relação ao trabalho infantil no Brasil Colônia.


Bibliografia:

http://www.escolasrurais.org.br/ecti, acesso em 21/04/2017 às 20h08
http://ead.fundacaotelefonica.org.br/, acesso em 21/04/2017 às 20h25
https://www.youtube.com/watch?v=orpaX2yQb5s acesso em 21/04/2017, às 20h36
https://www.youtube.com/watch?v=lMSAkso_ISg, acesso em 21/04/2017, às 21h08
https://www.youtube.com/watch?v=zoMCUZ6zhsU, acesso em 21/04/2017, às 21h22
https://www.youtube.com/watch?v=INSKaEjHYx4 acesso em 21/04/2017, às 22h38



segunda-feira, 20 de março de 2017

"Pensamento da história das crianças e dos adolescentes".

 AS CRIANÇAS E OS ADOLESCENTES
 COMO 
SUJEITOS DE DIREITOS

Por: Prof. Dragão do Mar



Nesta primeira vídeo aula o Prof. Benedito Rodrigues dos Santos aborda historicamente os diferentes paradigmas quanto aos espectros de educar e governar crianças, ao decorrer dos tempos no Brasil.
Tempo: 10 minutos




Há uma abordagem histórica do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), nesta aula, partindo de uma ótica retrospectiva do século 20, especialmente na década de 1980, a luz do cenário dos movimentos da sociedade civil, sob a construção social e normativa do Pró-Estatuto com a participação de crianças e adolescentes, sendo deferido disposto legal federal da Lei 8689/90, denominado de Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Tempo: 18 minutos


Bibliografia:

https://www.youtube.com/watch?v=XL24tvR3YM0, acesso em 20/03/2017, às 16h48
https://www.youtube.com/watch?v=IwDP3TKN2mQ, acesso em 20/03/2017, às 17h25

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Exposição fotográfica Hiroshima 70



A Matilha Cultural 

Recebe a exposição fotográfica Hiroshima 70 

De 10 de novembro a 18 de dezembro


Reúne imagens capturadas por fotógrafos de diversos países desde 1945, quando os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki. Além destas imagens, a exposição também apresenta um conjunto de cartazes criados entre 1970 e 2010 por movimentos de resistência antinuclear ao redor do mundo.

O público pode visitar Hiroshima 70 
de terça a sábado, das 12 às 21 horas. 
Entrada franca. 
Rua Rêgo de Freitas, 542 Rua Rêgo Freitas São Paulo




Escolas podem agendar visita com suas turmas pelo email: educativohiroshima@gmail.com

Fontes:

Matilha Cultural - exposição Hiroshima 70, c 2016
Disponível  em:http://matilhacultural.com.br/component/k2/item/881-hiroshima-nunca-mais Acesso em: 20/11/2016, às 11h01

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Romantismo: a prosa romântica brasileira.

                                                                      Por: Professor Venâncio

Plano de ensino:
Tema: Romantismo: a prosa romântica brasileira. 

Habilidade: (H 17) Identificar recursos verbais e não verbais utilizados entre dois textos com a finalidade de criar e mudar comportamentos, hábitos ou gerar uma mensagem de cunho político, cultural, social ou ambiental.

Público Alvo: 

Alunos (as) do Ensino Médio, 2º A e B.

Instituição Escolar: 

E.E. Reverendo Urbano de Oliveira Pinto - DER Leste 1 - São Paulo/SP. 

Cronograma: 03 aulas/45 mín.

Referência: aulas dos dias 09, 13 e 11 de março de 2020.
Metodologia:  Facebook/You tube EDU/aulas on line.

Instruções de métodos: 

Os alunos (as) devem ler o texto, após responderem o questionário. 

OBSERVAÇÃOENVIAR A RESPOSTA NO COMENTÁRIO, com as respectivas INFORMAÇÕES:

  • Título do trabalho (ex.: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma);
  • Nome completo;
  • Número;
  • Série.
Prazo limite de entrega: 20/05/20

Aulas dos dias 09, 13 e 11/03/2020

"A linha de romances como os de Walter Scott e de Honoré de Balzac, apesar dos padrões europeus, introduzem a prosa romântica no Brasil sendo um viez determinante para o estímulo à arte nacional e ao sentimentalismo nacionalista".

                                           Fonte: Colégio Web c. 2007-2020




Prosa romântica nBrasil. 

Folhetins
                                                  Fonte: Slide Share c. 2016


Os folhetins eram capítulos de romances de periodicidade semanal publicados em jornais, por intermédio deste meio de comunicação a prosa romântica foi difundida e o romance foi inserido na sociedade brasileira e nas bases populares arraigando o sentimento de democracia no Brasil. A literatura com a distribuição dos folhetins deixa de ser uma exclusividade aristocracia e ultrapassa os muros da nobreza, obstante surgem os primeiros consumidores da produção literária e a literatura.
"O folhetim ascende a divulgação da prosa do Romantismo e alcança um sucesso tenaz no Brasil".

Nacionalismo Romântico

 No Brasil do século XIX, a população brasileira passa a se desvincular da influência impositiva da arte portuguesa, surge um sentimento de nacionalismo no romantismo contribuindo para valorização da arte nacional e a literatura portuguesa está mais voltada para Portugal, priore a uma visão mais clara da distinção dos costumes da colônia e da metrópole.
Características
  • Nacionalismo
  • Subjetivismo
  • Ufanismo
  • Idealização da mulher
  • Religiosidade
  • Culto à natureza
  • Amor platônico
  • Idealismo
  • Estética nativista

Obras e Autores

O manifesto das obras literárias em prosas românticas no território brasileiro, do século XIX, se faz na divisão teórica em: romance Indianista, romance urbano e romance nacionalista. As obras prosaicas românticas discorriam em seus textos o comportamento social da época exaltando as peculiaridades da cultura nacional.

Romance Indianista

A valorização o herói nacional se dá através da sociedade indígena, este movimento literário  é denominado de indianista. Nos romances são explorados temas como a natureza, o sentimentalismo e o heroísmo é representado pela nobreza de caráter e valentia das personagens (os índios (as).

Autores

O principal autor dessa fase da prosa romântica no Brasil é José de Alencar (1829-1877). Alencar escreveu O Guarani, Iracema e Ubirajara no estilo de prosa romântica nacionalista.
Romance Urbano
O romance urbano, que também é apresentado como romance da cidade, pois sua marca era retratada em criticas aos costumes da sociedade carioca em 1830, macro crítico aos padrões da pequena sociedade burguesa, a ascensão da classe média, as relações sociais e morais. Em seus textos são discorridos narrativas lentas, minuciosamente descritivas do cenário e ambiente de seus personagens.
Autores
Os autores de maior relevância dessa fase da prosa romântica no Brasil são:
  • Joaquim Manoel de Macedo, com A Moreninha;
  • Manoel Antônio de Almeida,  com Memórias de um Sargento de Milícias;
  • José de Alencar, com Diva e Senhora.

Romance Regionalista

A prosa romântica regionalista no Brasil está coesa na representatividade popular (povo), adversidade aos nobres residentes e afins à Corte. 
O ambiente é o rural, em oposição às cidades, em suas composições teóricas os textos representam o sertanejo, as paisagens e os costumes do sertão.

Autores

José de Alencar está entre os principais autores dessa fase da prosa romântica brasileira, com a obra, O Sertanejo. Também destacaram-se: Bernardo Guimarães, com A Escrava Isaura, e Visconde de Taunay, com Inocência.

Exercícios:


1) Observe as imagens e preencha as lacunas em branco com as fases da prosa romântica. (regional, indianista ou urbana):


                                          Imagem 1
                                       Fonte: Beduka c. 2017
 (Romance _______)

                                     Imagem 2
                         Fonte: Vera Cruz c. 2009
 (Romance _______)


                                Imagem 3
                   Fonte: Vera Cruz. c. 2009

 (Romance _____)

                                                    Imagem 4
                                            Fonte: Qconcursos. c. 2016
 (Romance ___________)


                                                    Imagem 5
                                           Fonte: Itaú cultural. c. 2020
 (Romance ___________)

                                         Imagem 6

                                              Fonte: amino c. 2017
 (Romance ___________)

2) Observe as imagens e cite três características representas na arte visual e em relação as fases da prosa romântica. (regional, indianista ou urbana):

Romance Regional

                                             Fonte: para jovens c. 2009

03 características:
(____,____ e____)

Romance  Indianista
                                          Fonte: dezenove vinte. c. 2017


03 características:
(____,____ e____)


Romance Urbano 
                                          Fonte: profigestão c. 2017

03 características:
(____,____ e____)

Fonte de consultas:





Disponível em:<https://www.colegioweb.com.br/romantismo/romantismo->acesso em: 11/05/20, às 20h42


Disponível em:<https://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra1068/>acesso em: 11/05/20, às 21h35

Disponível em:<https://www.qconcursos.com/questoes-militares/questoes/7a505691->acesso em: 11/05/20, às 21h47

Disponível em:<http://romanceregionalistaveracruz.blogspot.com/2009/05/romance->acesso em: 11/05/20, às 22h44


Disponível em:<http://www.dezenovevinte.net/obras/ra_>acesso em: 12/05/20, às 00h45

Organização Política nos Regimes Regenciais.

                                                                                                                                 F...