FACEBOOK - Publicado por: Roberto Trilobitas Trilobitas em: [11 de junho de 2019] "Dente de Espinossauro (Spinosaurus aegyptiacus)". Extra Grande!!! Disponível em:
Tema: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma.
Público Alvo:
Alunos (as) da Ensino Fundamental - 6ª A.
Instituição Escolar:
E.E. Reverendo Urbano de Oliveira Pinto - DER Leste 1 - São Paulo/SP.
Cronograma:
02 aulas/45 mín.
Referência: aulas dos dias 04 e 11 de março de 2020.
Metodologia:Facebook/You tube EDU/aulas on line.
Instruções de métodos:
Os alunos (as) devem assistirem os vídeos e lerem o texto, após responderem o questionário.
OBSERVAÇÃO: ENVIAR A RESPOSTA NO COMENTÁRIO, com as respectivas INFORMAÇÕES:
Título do trabalho (ex.: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma);
Nome completo;
Número;
Série.
Prazo limite de entrega: 20/05/20
Aulas dos dias 04 e 11/03/2020
Lesson 01:
VÍDEOS PARA ANÁLISE DISCENTE:
(Vídeo 01)
História da Língua Inglesa.
(Vídeo 02)
Lesson 02:
As
Treze Colônias Inglesas da América do Norte.
RESUMO:
O país denominado Estados Unidos da América (EUA) surge na geopolítica mundial a partir da Independência das "Treze
Colônias Inglesas" da América do Norte subdividiam-se em colônias do
Norte, do Sul e do centro.
Os Estados Unidos da América é o primeiro país
presidencialista da história.
Nomes das Treze Colônias Inglesas
Geograficamente a época as regiões se dividiram em: mais ao norte, situavam- se as
colônias de Massachusetts, New Hampshire, Rhode Island e Connecticut, aocentro, encontravam-se Nova York, Pensilvânia, Nova
Jersey e Delaware, e mais ao sul, Virginia, Maiyland, Geórgia, Carolina do Norte e Carolina
do Sul.
Colonização dos Estados Unidos
A colonização Americana do Norte desenvolveu-se durante o século
XVII, discorrendo uma linha temporal "a quase um século" depois da colonização portuguesa e espanhola na América.
Esta colonização não foi pacífica e a busca e o interesse pela a liberdade religiosa, os conflitos
políticos na Europa, "o sonho" por condições de vida mais abastadas e a necessidade pela a ascensão do desenvolvimento comercial foram fatores supremos para a motivaram a imigração de colonos ingleses para a América do Norte, estes se fixando na costa do Oceano Atlântico, obstante a formação das treze colônias inglesas. Os povos indígenas que já habitavam a região
foram mortos ou expulsos ao resistirem à vinda dos imigrantes europeus.
O sistema colonial mercantilista, regulamentavam as colônias que eram submetidas à Negligência salutar, uma lei
promulgada pela Inglaterra que estabelecia pouca interferência por parte da
Inglaterra em suas decisões.
Vale salientar que o desenvolvimento das Treze Colônias fugiu dos padrões do
sistema colonial, pois nem todas eram produtoras de matéria-prima ou
consumidoras de produtos manufaturados da metrópole.
As colônias
do Sul eram forte produtoras de algodão com tenaz utilização de mão de obra
escrava, todavia a realidade econômica da regiões do centro e as do norte, baseavam-se na policultura havendo produções manufatureiras em pequenas e médias propriedades e no comércio de produtos
excedentes dessa produção, aos quais não estimulavam trocas com a metrópole.
Os produtos ingleses que eram consumidos pelas treze colônias inglesas eram
manufaturados, encarecidos pelo fato de os navios voltarem vazios à Inglaterra.
Logo, essas colônias passaram a desenvolver uma pequena indústria, mesmo
contrariando os princípios do colonialismo. (CLIK ESCOLAR, 2019)
Independência das Treze Colônias Inglesas
Alguns fatores começaram a influenciar o desejo de emancipação das treze colônias,
que foram, especialmente:
▪Fim do Antigo Regime e surgimento
dos ideais iluministas;
▪O descontentamento das colônias em relação à metrópole, que
cobrava impostos altíssimos,
determinava o toque de recolher e
fazia julgamentos deliberados
e sem bases legais;
▪As colônias eram obrigadas a participar na guerra dos 7 anos, em apoio à
Inglaterra contra a França. Vários impostos foram criados para as colônias para
compensar as perdas da Inglaterra na guerra, fazendo surgir uma revolta geral
em 1773, conhecida como a Festa do
Chá de Boston, onde vários navios com cargas de chá foram destruídos, o que
levou ao fechamento do porto de Boston;
▪Não aceitação das Leis
Intoleráveis, que fez surgir a Guerra
de Independência das Treze Colônias.(CLIK ESCOLAR, 2019)
George Washington em 1781, liderou a "Guerra de Independência" comapoio da França, assim as Treze Colônias venceram a Guerra. Em 1783 a sua independência foi
reconhecida.
Em 1787, o disposto da "Carta Constitucional" reconhecia o
país sob uma República Federativa
Presidencialista e George Washington se tornou oprimeiro presidente, a partir deste cenário histórico surgia os Estados Unidos da
América (EUA).
Mapa das Treze Colônias:
Fonte: Clik Escolar estudante. Texto original. c. 2019
Questions (Lessons 01 and 02):
OBSERVAÇÃO: ENVIAR A RESPOSTA NO COMENTÁRIO, com as respectivas INFORMAÇÕES:
Título do trabalho (ex.: História da Inglaterra: as "Treze Colônias Inglesas" e seu idioma);
Nome completo;
Número;
Série.
Em 1215, qual foi o nome do documento oficial assinado em território inglês, considerado o mais importante pelos os ingleses à época e na presente data?
Quais foram os povos que chegaram em meados do século IX, que influenciaram na construção linguística do idioma inglês?
Quais os nomes das Treze Colônias Inglesas?
A "Carta Constitucional", em 1787, reconhecia qual país?
O que aconteceu com a população indígena que habitavam no território da "Treze Colônias Inglesas?
O
desenvolvimento paulistano é referendado a partir da cultura do café em meados
do século XIX. Portanto, A Bolsa de Café, em Santos, começou a funcionar
em 1917, para as negociações comercias, mas o magnífico prédio apenas em 1922,
em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, a luz de uma arquitetura eclética aos tempos áureos da economia cafeeira
no Brasil.
A elite do café se reunia local para discutirem
o preço do produto, tal como, os compradores, vendedores, exportadores regulavam
o mercado cafeeiro e fixavam valores diários ao produto. Na década de 1960, algumas atividades da Bolsa de Café acabaram e outras
duraram até fins da década de 1970.
O Museu
Fonte/vídeo: TV Tribuna [2017]
Em 1986, por decreto do Governador Mário Covas se extinguiu a Bolsa
Oficial de Café e do palácio foi criado o Museu do Café.
Na presente data (2009) no interior do prédio encontra-se um círculo de cadeiras com um amplo espaço ao meio e desenhos no chão de
mármore, vitrais no teto com alusão à Independência do Brasil e grandes quadros
do pintor Benedito Calixto que retrata a Vila de Santos, o visitante se depara
com uma exposição de ferramentas utilizadas para o plantio e colheita do café e
com fotos que contemplam as rotinas dos trabalhadores e o manuseio agrícola do
café.
E, na entrada há uma maravilhosa cafeteria, com serviços que passam de
um cafezinho básico a sorvetes de café. Vale a pena conferir!
SERVIÇO
Bolsa Oficial do Café - Museu do Café Endereço:
Rua XV de Novembro, 95 - Centro Histórico, Santos
Fone: (13) 3213-1750
Informações: www.museudocafe.org.br
Fonte de consulta: You TubeEgito Antigo: Império da formação à queda Ptolomaica.[27 de janeiro de 2019].
Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=8vkaNYwnLnc>acesso em: 02/11/2019, às 03h39
Fonte imagem: Pascoal Dantas (CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
[...] A palavra "África" tem origem latina e, o ao longo do tempo, a ela foram atribuídos diferentes significados. Segundo alguns estudiosos, "África" provém do latim aprica, "ensolarado", ou do grupo apriké, "sem frio", ou seja, terra quente e ensolarada. Outros consideram que a palavra deriva de Avringa ou Afrig, nome de um povo berbere que habitava a região chamada Numídia, no norte do continente, entre Cartago (cidade localizada na moderna Tunísia) e a atual Mauritânia. [...]
(Telles/Mello, pág. 9.)
VISSUNGO: Fragmentos da tradição oral - Confra Filmes 2009
Grios: os reis e rainhas da cultura oral.
[...] Terminologia "griot" é originária
da França, referindo-se à tradução de dieli (Jéli ou Djéli), palavra africana
traduzida por sangue e que remete o griô ao sangue. No idioma português a palavra " GRIO" se remete o significado criado, alguém que está sempre à disposição [...]
Os griôs são originários do noroeste da
Àfrica, precisamente de Mali, eles são oriundos do Império de Mandengue e sua língua nativa era o Malinque ou Bambará. As pessoas do povo "Griô" educam os seus pela a oralidade contando suas histórias e contos, tal como as suas poesias épicas. Os griôs encorajam seu povo, incentivando e alimentando a
consciência e o coração daqueles que os procuram, como um baú, a qual guardam seus conhecimentos acumulados ao longo de suas vidas. A formação intelectual de um griô é realizada de forma
hereditária, um griô é formado após anos e anos de estudo oral. O ciclo educacional se faz por intermédios de
períodos septênios (de sete em sete anos), a primeira fase dos educandos (as) é orientada e acompanhada pela a mãe, após a continuidade da educação é dada pelo o pai e tendo continuidade
terceira na rua, aos quarenta e dois tem o direito a emitir a própria opinião e
ao sessenta e três anos torna-se um transmissor. Quanto a educação em nível intelectual fica a critério da família e de toda comunidade. A religião predominante é mesclada entre o islamismo e o animismo, sendo inserida na sua formação. Na estrutura
comportamental o campo de iniciação os homens passam por um período de
provação.
[...] O eurocêntrismo resiste em aceitar as histórias orais das sociedades primitivas africanas. Todavia a máxima a se pensar que é preciso nascer griô para ser um e sua
preparação é desde a infância, postura hereditária, pré-figurativa, sendo um dever passado de pai
para filho, idem aos samoanos.
Frizos meus, em comparação as comunidades aborígenes da Samoa americana, na Polinésia, pensando nos estudos de Mead.
(Prof. Venâncio, 2016)
Fontes de pesquisa:
AMÂNCIO,
Iris Maria da Costa; GOMES, Nilma Lino; JORGE, Miriam Lúcia dos Santos. Literaturas africanas e afro-brasileira na
prática pedagógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. Mead, Margaret. Cultura y compromisso. Buenos Aires, Argentina: Granica editor , 1971.
PACHECO,
Lilian. Pedagogia Griô: reinvenção da
roda da vida. Lençóis - Bahia: Gráfica Santa Helena , 2006.
TELLES, Silva Teresa; MELO; Mariana Meu Brasil Africano. 2. ed. São Paulo: IBEP, 2013.